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Os 5 passos para a recolocação

Após um tempo na saga em busca de uma nova oportunidade, tendemos ao auto descrédito e ao desanimo, começamos a questionar a nossa capacidade e o nosso potencial e começamos a rebaixar o nosso "rating". Quanto maior o tempo da busca, menor o "rating". Iniciamos a jornada com foco e determinação e seguimos ansiosos, conforme as expectativas não são atendidas. O tempo vai pesando, a ansiedade cresce, muitas vezes a dúvida também e aí acontece o mesmo que acontece com vários outros temas da nossa vida, quando estamos muito tempo em um período de escassez: qualquer coisa serve. Mas não precisa ser assim, não precisamos entrar em desespero e podemos sim valorizar o nosso passe. Valoriza-lo para sermos valorizados. E como faço isso? O primeiro passo é focar nos talentos. Invista em aprimorar e treinar o que tem de bom. Não precisa necessariamente investir dinheiro, basta tempo e dedicação.  O segundo, é listar ou criar oportunidades e colocar a mão na massa: acionar o net...

O poder da pergunta

Em uma era onde a informação é de domínio público, o talento não está em ter todas as respostas e sim, em saber estruturar boas perguntas. “Se eu tivesse uma hora pra resolver um problema e minha vida dependesse dessa solução, eu passaria 55 minutos definindo a pergunta certa a se fazer” foi o que disse Einstein ao ser provocado para dar rápidas respostas.   Durante a guerra mundial, Ford moveu uma ação contra o Chicago Tribune, acusando-o de haver publicado um artigo com alusões ofensivas, um dos quais dizia que ele era um pacifista ignorante.  Quando a ação chegou ao tribunal, os advogados tentaram provar por meio do próprio Ford o que havia sido escrito. Uma das perguntas formuladas foi: -“Quantos soldados a Inglaterra mandou para vencer a rebelião das Colônias em 1776?”  Com ar de desprezo, Ford respondeu: -“Não sei exatamente o número enviado, mas ouvi dizer que foi enviado um número muito maior do que o número dos que voltaram.”  Uma gargalhada geral conta...

Problema Meu

Julio trocou de emprego pela quarta vez em 3 anos.  Ora o problema era o seu chefe, que pegava no pé. Ora seus colegas que queriam passar a perna nele. Ora as regras da empresa que eram muito rígidas e não davam espaço para o seu crescimento ... cada hora uma nova desculpa. Um dia, Julio encontrou um amigo de faculdade durante um happy hour com os colegas do último emprego, que ele descobriu que não eram tão ruins como ele pensava, e depois de algumas horas de papo, ele desabafou: -"Cara, não consigo encontrar uma empresa que realmente me acolha, meus colegas de trabalho só pensam neles e meus chefes são os piores. Acho que é meu carma, trabalhar o resto da vida num emprego que não gosto, em lugares que não me identifico, com pessoas que não tem nada a ver comigo." O amigo de Julio, achou estranho tanta reclamação e perguntou: -"Julio, o que você quer para o seu futuro? ." e Julio respondeu:-" Ahmmm ...Não sei.". O amigo então perguntou: -" O que voc...

Cuidado com as armadilhas

  "Os perdedores veem os raios e se amedrontam, os vencedores veem a chuva e com ela, as oportunidades." (Augusto Cury) O que pode fazer você parar de lutar por um objetivo, deixar de acreditar em sua capacidade e não agir constantemente para se desenvolver e crescer?  Se for uma parada estratégica, não se preocupe, você continuará no comando. Agora, se seus dias são liderados pelo: conformismo, pelo vitimismo, pelo medo de arriscar ou o medo de errar, CUIDADO! Sua vida seguirá sem sentindo e sem motivação e caberá a você encontrar um novo caminho e reescrever a sua história. É fácil cair na armadilha. Se você ou alguém que você conhece transforma os fracassos em medo, sente-se mentalmente preguiçoso e incapaz, repete constantemente que as coisas boas não acontecem para si, que o outro é que tem sorte e sucesso, você está olhando para um conformista. Agora, se você convive com uma pessoa que nas mais adversas situações, tem pena de si, gosta de ser o centro das atenções e rec...

Você é feliz em seu trabalho?

Uma pesquisa realizada pelo ISMA ( International Stress management Association ), revelou que 80% da população brasileira ativa, sente-se infeliz em seu trabalho e uma outra pesquisa do instituto Gallup aponta que o número de profissionais insatisfeitos chega a 87% no Brasil e 90% no mundo. O mundo nunca esteve tão abrangente e as oportunidades nunca mudaram tanto . Vários conceitos de empresas e cargos deixaram de existir e vários outros surgem numa velocidade estonteante. As oportunidades se multiplicaram e junto a ela, as dúvidas aumentaram:  O que farei sobre o meu futuro? Será que devo abrir o meu próprio negócio? Minha profissão terá valor em 5 anos? O que me trará motivação e satisfação? Cada indivíduo é único e passa por experiências únicas e por esse motivo não há uma resposta única. Cada um deve procurar a resposta por meio do seu autoconhecimento e vivência. A história de vida, os valores, as necessidades e a vulnerabilidade direcionam o caminho e tra...

Os 3 passos para criarmos relacionamentos mais profundos

  Você trabalha ou convive com pessoas com desejos e anseios totalmente diferentes dos seus? Você já ficou muito bravo quando expôs uma ideia que vinha desenvolvendo há meses e ninguém comprou? Você já sentiu que após falar durante minutos ninguém expressou a mínima solidariedade? Não se preocupe, você não está sozinho. A grande maioria dos relacionamentos interpessoais nunca chegarão no estágio final da evolução. Por que isso acontece? O estágio final da evolução é chamada de construção ou formação. Nesse estágio as pessoas se empenham para serem realmente boas como membros de uma equipe. Aceitam as outras como elas são, desenvolvem um relacionamento de respeito e dedicação e olham para dentro de si, identificando e assumindo suas falhas. Passam a compreender que se fazem parte de uma estrutura doente ou problemática, ela também é responsável e param de culpar os outros. O problema é que olhar as próprias falhas, parar de julgar os outros e ser humilde para admitir um erro e...

Liderança Autêntica

  "Líderes autênticos, com caráter próprio e foco em desenvolvimento de pessoas são essenciais na crise" , afirma Bill George, professor da Harvard Business School e ex-CEO da Medtronic (tecnologia médica). Para ele, líderes que "comandam e controlam" são responsáveis pelas dificuldades de diversas empresas americanas. E afinal, o que são lideres autênticos? Pessoas capazes de mover milhares, com base em um objetivo comum, gerando empatia e coesão, por meio de sua parceria, responsabilidade por suas ações e relacionamentos construídos a longo prazo. Paul O'Neill quando assumiu a posição de diretor executivo da Alcoa em outubro de 1987, fez um discurso à todos os investidores, focando a segurança de todos os funcionários da empresa. Não se preocupou em seguir o jargão: alavancar lucros e baixar custos, mas sim em baixar o índice de acidentes, que na época giravam em torno de 1 acidente por semana em cada usina. Com um único apelo, gerou coesão e tanto os funcio...