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Mensagem à um vencedor

O você faz e  o que ama fazer? Há alguma diferença ou os dois caminham juntos? Uma vez recebi como resposta  "- Eu trabalho com projetos de tecnologia e quanto ao que amo fazer, bem ... jogar futebol e uma coisa não tem nada a ver com a outra." No mesmo instante, pensei: "Para ser realmente boa no que faço, preciso amar a minha profissão e a maioria das atividades que realizo no dia a dia. Como então utilizar o amor pelo esporte para aprimorar as atividades profissionais?" A resposta está no livro de  W. Timothy Gallwey  publicado em 1974, “The Inner Game of Tennis” (“O Jogo Interior do Tênis”). Nele, Gallwey registra sua percepção quanto ao desempenho dos jogadores. Gallwey percebeu que muitas das suas instruções estão incorporadas na mente do jogador, em um modo parecido com o que ele chama de “comando e controle”. Um diálogo interno que interfere significativamente no aprendizado e performance e registrou: "Os jogadores enfrentam seus maiores obstáculos, cri

Quer ser a galinha ou o tigre?

Renato Grinberg em seu livro: "A estratégia do olho de tigre" nos convida a uma decisão importante: -"Quer ser a galinha ou tigre?" Claro que a minha resposta prontamente foi: quero o ser o tigre. Porém, só entendi a pergunta depois de ter dado a rápida resposta. O tigre é o animal que define claramente qual será sua presa, planeja a sua estratégia de ataque e meticulosamente ataca. Já a galinha, come qualquer coisa que esteja no chão, não define uma presa e se contenta com os restos que ficaram pelo caminho. Há anos trabalho com gestão de projetos e percebo que encontramos muitas galinhas pelo caminho e que os tigres são exceções. Equipes raramente tem claro qual a sua prioridade, raramente planejam suas tarefas e algumas vezes, consideram o planejamento perda de tempo. Preferem tratar o problema na hora em que ele acontece ou transferi-lo à um terceiro.  Resultado: gastos desnecessários, gestão por conflito, time estressado e entrega em risco. Mesmo assim, não tra

Líder coach

Nascemos líder ou nos tornamos líder? As nossas qualidades modelam a nossa liderança e a nossa liderança é impactada diretamente por nossas atitudes. Então, quanto melhor e mais desenvolvida são as nossas competências, melhores lideres seremos. Não importa se no trabalho ou em nossas vidas, o que importa é o impacto de nossas ações na vida dos demais. Então, nascemos lideres e nos tornamos lideres melhores a cada dia. Se buscarmos o aprimoramento e entendermos que nossas ações refletirão reações na vida das pessoas que nos relacionamos, a busca resultará em excelência. Somos líderes quando possuímos as competências que nos destacam dos demais. Quando as pessoas nos seguem por motivação, quando nos tornamos referência. Por certo, não teremos todo o conhecimento e as habilidades de nossas equipes, organizações ou grupos, mas saberemos tomar as decisões certas, na hora certa e faremos com que todos, ao nosso redor, se tornem capazes de desenvolverem ao máximo seu potencial.  Ser líder não

Vendedor não vende, ajuda o cliente a comprar

Aprendemos durante anos a focar a necessidade de nossos clientes e normalmente aprendemos a fazer isso partindo do nosso ponto de vista: escutamos pouco, julgamos, concluímos rapidamente, produzimos seguramente e entregamos o que acreditamos.  Identificamos uma necessidade, fazermos a oferta e o cliente gera o pedido, porém durante o processo de desenvolvimento até o momento da entrega, partimos da conclusão que sabemos demais e pouco perguntamos. A grande surpresa acontece no momento em que nos conectamos ao cliente e não atendemos a expectativas e então, o nosso primeiro pensamento surge -"Como assim? Fiz tudo o que foi pedido, até um pouco a mais e agora ele vem com essa!!! Isso não é justo." Na verdade, não é uma questão de justiça, mas sim de comunicação . Você já passou por uma experiência com o seu médico, psicólogo ou coach, onde após contar o que estava acontecendo, o profissional foi por um caminho totalmente diferente e a sua sensação foi que ele não ouviu uma só p

O divisor de aguas, sobre o meu processo de coaching

Alguns dizem que a ignorância é uma benção e outros buscam incessantemente por informações. A minha verdade, é que o conhecimento, é o caminho para a descoberta e o primeiro passo para a conscientização daquilo que está disponível.  Você já deve ter ouvido falar sobre: coach, coaching ou coachee e em linhas gerais sabe o que é e para o que serve, mas entre tantas informações descasadas e negativas, a principal pergunta é: no que devo acreditar? Decidi compartilhar a minha experiência como coachee (quem recebe o processo de coaching) para que você possa chegar a melhor conclusão sobre o processo: a sua. Quando comecei a pensar sobre realizar um coaching, tive dúvidas se realmente valeria a pena e mais dúvidas ainda quanto ao resultado que o investimento traria. Na verdade, as duas primeiras sessões foram sessões de conexão e construção da confiança. A imersão no autoconhecimento esteve presente durante todo o tempo, durante e entre as sessões, gerou reflexões e expectativas urgentes. Co

O conceito do marketing por Kotler e a marca pessoal

Assim como o marketing 3.0 de Kotler explora o conceito do marketing não convencional na Virgin e da imaginação criativa na Apple, ambos voltados para o marketing emocionalmente relevante, onde exploramos o entendimento das ansiedades e desejos do consumidor por meio do triângulo: marca, posicionamento e diferenciação e introduz os 3is: identidade, integridade e imagem da marca, olho  para nós e pergunto: quanto investimos nesse conceito, considerando a nossa principal marca, a marca pessoal, o "EU"?  A marca pessoal é a marca que nos identifica , ou seja, é o nosso posicionamento na mente do cliente. É a nossa marca que gera integridade entre o que falamos e fazemos, ou seja, é a concretização do que foi defendido a respeito do posicionamento e a diferenciação da marca é a que fixa a imagem junto aos nossos clientes, conquistando suas emoções. Leia-se clientes, as pessoas que nos conectamos diariamente em nossas vidas. Para facilitar a resposta segue alguns conceitos, onde:

O novo conceito de PRODUTIVIDADE e a cultura da competição colaborativa

 O que é produtividade para você? Ficar por horas no espaço físico da empresa e mostrar que você está presente? Passar horas na frente do computador, para comprovar as horas trabalhadas no home office? Muitos trabalhadores, por vários anos, definiram produtividade como a quantidade de horas dedicadas ao trabalho: entrar às 8 h, cumprir o horário e sair às 17 h ou mais. Com a adaptação do trabalho ao conceito "anywhere, anytime" e as novas experiências, vários destes profissionais, descobriram que  produtividade tem a ver com a capacidade de realizar e entregar atividades e projetos e não com a quantidade de horas que dedicamos ao trabalho. Como resultado, a primeira grande mudança que observamos é o controle por entrega e não mais por horas. A gestão de times remotos, convidou a gestão a praticar a confiança e o acompanhamento das atividades realizadas. Com isso, o foco mudou e a colaboração passou a fazer sentido. Quando falamos em agilizar a entrega e focar aquilo que impor