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Seja dono do seu futuro

  "Superestimamos enormemente o que podemos conseguir em um ano, mas subestimamos enormemente o que podemos conseguir em cinco." (Peter Drucker) Por que será que subestimamos o nosso poder de conquista para o futuro de longo prazo? Por que será que sofremos e acreditamos que não somos capazes de realizar ou não somos merecedores do que é realmente grandioso? Normalmente nos pegamos pensando que isso é para os bons, aquilo é para quem pode e para mim do jeito que está, está bom. Será que isso é uma verdade ou é uma fuga? Quem disse que tem que ser assim? Você sabia que se um jovem aos vinte anos, investir USD 100 ao mês em um fundo mutuo que tenha um rendimento de 10% ao ano, aos 65 anos, ele terá mais do que USD 1.118.000? Quanto mais pensamos e planejamos o nosso futuro, melhores decisões tomamos no presente para que os nossos desejos se tornem realidade e mesmo assim, não administramos nosso tempo, nosso dinheiro, não deixamos claro onde e com quem queremos estar e quando u

Processo de Coaching, Contratar ou não contratar? Eis a questão ...

Excelente matéria da revista coaching brasil, por Marco Antônio Ornelas. " São inúmeros os momentos em que nos perguntamos e não obtemos respostas. Falando de transformação, é no dia-a-dia que questões nos colocam em momentos de reflexão: • Quais competências tenho que desenvolver para atingir os objetivos da empresa? • O que quero? Quais são meus objetivos pessoais? • Como posso conseguir melhores resultados? • Como conseguir um alto nível de motivação pessoal?  • Como minhas experiências de vida e carreira podem apoiar meus objetivos futuros? • Como encarar conflitos como oportunidades de mudança e crescimento? • Como manter o equilíbrio entre minha vida profissional e pessoal? • Como me tornar mais estratégico e menos operacional? ..." Com tantas perguntas, a solução é buscarmos resposta. então ... por onde começar?  Todos os dias somos desafiados a buscar o nosso melhor, lidar com pessoas, negociar soluções rentáveis, ganhar, vencer, correr atrás ... A responsabilidade

A verdadeira essência do Coaching

A aversão as palavras coach e coaching (o processo), foi o motivador da publicação desse artigo.  Distorções quanto ao significado e compreensão do que é o processo de coaching e experiências negativas, causadas pela má formação do coach (quem aplica o processo), têm causado um impacto prejudicial na compreensão do que é coaching, gerando insegurança, no momento da contratação. Infelizmente a ganância e o despreparo profissional geram processos desgastantes, que frustram quem contrata o processo. Ofereci um processo a um líder que desejava ampliar as oportunidades de crescimento profissional e ele respondeu: -"deus me livre! Participar de outro processo, nunca mais. minha experiência foi desgastante e eu cancelei de ouvir o que devia e o que não devia fazer." Fiquei surpresa com a resposta e fui pesquisar. Adivinhem ... o chefe dele, o indicou para um processo de coaching de carreira para que a coach contratada alinhasse as necessidades desse suposto CHEFE. O objetivo era qu

Mensagem à um vencedor

O você faz e  o que ama fazer? Há alguma diferença ou os dois caminham juntos? Uma vez recebi como resposta  "- Eu trabalho com projetos de tecnologia e quanto ao que amo fazer, bem ... jogar futebol e uma coisa não tem nada a ver com a outra." No mesmo instante, pensei: "Para ser realmente boa no que faço, preciso amar a minha profissão e a maioria das atividades que realizo no dia a dia. Como então utilizar o amor pelo esporte para aprimorar as atividades profissionais?" A resposta está no livro de  W. Timothy Gallwey  publicado em 1974, “The Inner Game of Tennis” (“O Jogo Interior do Tênis”). Nele, Gallwey registra sua percepção quanto ao desempenho dos jogadores. Gallwey percebeu que muitas das suas instruções estão incorporadas na mente do jogador, em um modo parecido com o que ele chama de “comando e controle”. Um diálogo interno que interfere significativamente no aprendizado e performance e registrou: "Os jogadores enfrentam seus maiores obstáculos, cri

Quer ser a galinha ou o tigre?

Renato Grinberg em seu livro: "A estratégia do olho de tigre" nos convida a uma decisão importante: -"Quer ser a galinha ou tigre?" Claro que a minha resposta prontamente foi: quero o ser o tigre. Porém, só entendi a pergunta depois de ter dado a rápida resposta. O tigre é o animal que define claramente qual será sua presa, planeja a sua estratégia de ataque e meticulosamente ataca. Já a galinha, come qualquer coisa que esteja no chão, não define uma presa e se contenta com os restos que ficaram pelo caminho. Há anos trabalho com gestão de projetos e percebo que encontramos muitas galinhas pelo caminho e que os tigres são exceções. Equipes raramente tem claro qual a sua prioridade, raramente planejam suas tarefas e algumas vezes, consideram o planejamento perda de tempo. Preferem tratar o problema na hora em que ele acontece ou transferi-lo à um terceiro.  Resultado: gastos desnecessários, gestão por conflito, time estressado e entrega em risco. Mesmo assim, não tra

Líder coach

Nascemos líder ou nos tornamos líder? As nossas qualidades modelam a nossa liderança e a nossa liderança é impactada diretamente por nossas atitudes. Então, quanto melhor e mais desenvolvida são as nossas competências, melhores lideres seremos. Não importa se no trabalho ou em nossas vidas, o que importa é o impacto de nossas ações na vida dos demais. Então, nascemos lideres e nos tornamos lideres melhores a cada dia. Se buscarmos o aprimoramento e entendermos que nossas ações refletirão reações na vida das pessoas que nos relacionamos, a busca resultará em excelência. Somos líderes quando possuímos as competências que nos destacam dos demais. Quando as pessoas nos seguem por motivação, quando nos tornamos referência. Por certo, não teremos todo o conhecimento e as habilidades de nossas equipes, organizações ou grupos, mas saberemos tomar as decisões certas, na hora certa e faremos com que todos, ao nosso redor, se tornem capazes de desenvolverem ao máximo seu potencial.  Ser líder não

Vendedor não vende, ajuda o cliente a comprar

Aprendemos durante anos a focar a necessidade de nossos clientes e normalmente aprendemos a fazer isso partindo do nosso ponto de vista: escutamos pouco, julgamos, concluímos rapidamente, produzimos seguramente e entregamos o que acreditamos.  Identificamos uma necessidade, fazermos a oferta e o cliente gera o pedido, porém durante o processo de desenvolvimento até o momento da entrega, partimos da conclusão que sabemos demais e pouco perguntamos. A grande surpresa acontece no momento em que nos conectamos ao cliente e não atendemos a expectativas e então, o nosso primeiro pensamento surge -"Como assim? Fiz tudo o que foi pedido, até um pouco a mais e agora ele vem com essa!!! Isso não é justo." Na verdade, não é uma questão de justiça, mas sim de comunicação . Você já passou por uma experiência com o seu médico, psicólogo ou coach, onde após contar o que estava acontecendo, o profissional foi por um caminho totalmente diferente e a sua sensação foi que ele não ouviu uma só p