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Problema Meu

Julio trocou de emprego pela quarta vez em 3 anos.  Ora o problema era o seu chefe, que pegava no pé. Ora seus colegas que queriam passar a perna nele. Ora as regras da empresa que eram muito rígidas e não davam espaço para o seu crescimento ... cada hora uma nova desculpa. Um dia, Julio encontrou um amigo de faculdade durante um happy hour com os colegas do último emprego, que ele descobriu que não eram tão ruins como ele pensava, e depois de algumas horas de papo, ele desabafou: -"Cara, não consigo encontrar uma empresa que realmente me acolha, meus colegas de trabalho só pensam neles e meus chefes são os piores. Acho que é meu carma, trabalhar o resto da vida num emprego que não gosto, em lugares que não me identifico, com pessoas que não tem nada a ver comigo." O amigo de Julio, achou estranho tanta reclamação e perguntou: -"Julio, o que você quer para o seu futuro? ." e Julio respondeu:-" Ahmmm ...Não sei.". O amigo então perguntou: -" O que voc...

Cuidado com as armadilhas

  "Os perdedores veem os raios e se amedrontam, os vencedores veem a chuva e com ela, as oportunidades." (Augusto Cury) O que pode fazer você parar de lutar por um objetivo, deixar de acreditar em sua capacidade e não agir constantemente para se desenvolver e crescer?  Se for uma parada estratégica, não se preocupe, você continuará no comando. Agora, se seus dias são liderados pelo: conformismo, pelo vitimismo, pelo medo de arriscar ou o medo de errar, CUIDADO! Sua vida seguirá sem sentindo e sem motivação e caberá a você encontrar um novo caminho e reescrever a sua história. É fácil cair na armadilha. Se você ou alguém que você conhece transforma os fracassos em medo, sente-se mentalmente preguiçoso e incapaz, repete constantemente que as coisas boas não acontecem para si, que o outro é que tem sorte e sucesso, você está olhando para um conformista. Agora, se você convive com uma pessoa que nas mais adversas situações, tem pena de si, gosta de ser o centro das atenções e rec...

Você é feliz em seu trabalho?

Uma pesquisa realizada pelo ISMA ( International Stress management Association ), revelou que 80% da população brasileira ativa, sente-se infeliz em seu trabalho e uma outra pesquisa do instituto Gallup aponta que o número de profissionais insatisfeitos chega a 87% no Brasil e 90% no mundo. O mundo nunca esteve tão abrangente e as oportunidades nunca mudaram tanto . Vários conceitos de empresas e cargos deixaram de existir e vários outros surgem numa velocidade estonteante. As oportunidades se multiplicaram e junto a ela, as dúvidas aumentaram:  O que farei sobre o meu futuro? Será que devo abrir o meu próprio negócio? Minha profissão terá valor em 5 anos? O que me trará motivação e satisfação? Cada indivíduo é único e passa por experiências únicas e por esse motivo não há uma resposta única. Cada um deve procurar a resposta por meio do seu autoconhecimento e vivência. A história de vida, os valores, as necessidades e a vulnerabilidade direcionam o caminho e tra...

Os 3 passos para criarmos relacionamentos mais profundos

  Você trabalha ou convive com pessoas com desejos e anseios totalmente diferentes dos seus? Você já ficou muito bravo quando expôs uma ideia que vinha desenvolvendo há meses e ninguém comprou? Você já sentiu que após falar durante minutos ninguém expressou a mínima solidariedade? Não se preocupe, você não está sozinho. A grande maioria dos relacionamentos interpessoais nunca chegarão no estágio final da evolução. Por que isso acontece? O estágio final da evolução é chamada de construção ou formação. Nesse estágio as pessoas se empenham para serem realmente boas como membros de uma equipe. Aceitam as outras como elas são, desenvolvem um relacionamento de respeito e dedicação e olham para dentro de si, identificando e assumindo suas falhas. Passam a compreender que se fazem parte de uma estrutura doente ou problemática, ela também é responsável e param de culpar os outros. O problema é que olhar as próprias falhas, parar de julgar os outros e ser humilde para admitir um erro e...

Liderança Autêntica

  "Líderes autênticos, com caráter próprio e foco em desenvolvimento de pessoas são essenciais na crise" , afirma Bill George, professor da Harvard Business School e ex-CEO da Medtronic (tecnologia médica). Para ele, líderes que "comandam e controlam" são responsáveis pelas dificuldades de diversas empresas americanas. E afinal, o que são lideres autênticos? Pessoas capazes de mover milhares, com base em um objetivo comum, gerando empatia e coesão, por meio de sua parceria, responsabilidade por suas ações e relacionamentos construídos a longo prazo. Paul O'Neill quando assumiu a posição de diretor executivo da Alcoa em outubro de 1987, fez um discurso à todos os investidores, focando a segurança de todos os funcionários da empresa. Não se preocupou em seguir o jargão: alavancar lucros e baixar custos, mas sim em baixar o índice de acidentes, que na época giravam em torno de 1 acidente por semana em cada usina. Com um único apelo, gerou coesão e tanto os funcio...

Conecte amor com trabalho

O que amo fazer e o que faço? Há alguma similaridade entre eles ou não? Uma vez, fiz esta pergunta para uma sala cheia e uma das resposta que recebi foi "- Eu trabalho com projetos de tecnologia e quanto ao que amo fazer, bem ... jogar futebol e uma coisa não tem nada a ver com a outra." No mesmo instante, pensei: "Para ser realmente boa no que faço, preciso amar a minha profissão e a maioria das atividades que realizo no dia a dia. Como então posso conectar o amor pelo esporte para aprimorar as atividades profissionais?" A resposta está no livro de W. Timothy Gallwey publicado em 1974, “ The Inner Game of Tennis ” (“O Jogo Interior do Tênis”). Nele, Gallwey registra sua percepção quanto ao desempenho dos jogadores. Gallwey percebeu que muitas das suas instruções estão incorporadas na mente do jogador, em um modo parecido com o que ele chama de “comando e controle”. Um diálogo interno que interfere significativamente no aprendizado e performance e registrou: "O...

Seja dono do seu futuro

  "Superestimamos enormemente o que podemos conseguir em um ano, mas subestimamos enormemente o que podemos conseguir em cinco." (Peter Drucker) Por que será que subestimamos o nosso poder de conquista para o futuro de longo prazo? Por que será que sofremos e acreditamos que não somos capazes de realizar ou não somos merecedores do que é realmente grandioso? Normalmente nos pegamos pensando que isso é para os bons, aquilo é para quem pode e para mim do jeito que está, está bom. Será que isso é uma verdade ou é uma fuga? Quem disse que tem que ser assim? Você sabia que se um jovem aos vinte anos, investir USD 100 ao mês em um fundo mutuo que tenha um rendimento de 10% ao ano, aos 65 anos, ele terá mais do que USD 1.118.000? Quanto mais pensamos e planejamos o nosso futuro, melhores decisões tomamos no presente para que os nossos desejos se tornem realidade e mesmo assim, não administramos nosso tempo, nosso dinheiro, não deixamos claro onde e com quem queremos estar e quando u...