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Os 3 passos para criarmos relacionamentos mais profundos

  Você trabalha ou convive com pessoas com desejos e anseios totalmente diferentes dos seus? Você já ficou muito bravo quando expôs uma ideia que vinha desenvolvendo há meses e ninguém comprou? Você já sentiu que após falar durante minutos ninguém expressou a mínima solidariedade? Não se preocupe, você não está sozinho. A grande maioria dos relacionamentos interpessoais nunca chegarão no estágio final da evolução. Por que isso acontece? O estágio final da evolução é chamada de construção ou formação. Nesse estágio as pessoas se empenham para serem realmente boas como membros de uma equipe. Aceitam as outras como elas são, desenvolvem um relacionamento de respeito e dedicação e olham para dentro de si, identificando e assumindo suas falhas. Passam a compreender que se fazem parte de uma estrutura doente ou problemática, ela também é responsável e param de culpar os outros. O problema é que olhar as próprias falhas, parar de julgar os outros e ser humilde para admitir um erro e...

Liderança Autêntica

  "Líderes autênticos, com caráter próprio e foco em desenvolvimento de pessoas são essenciais na crise" , afirma Bill George, professor da Harvard Business School e ex-CEO da Medtronic (tecnologia médica). Para ele, líderes que "comandam e controlam" são responsáveis pelas dificuldades de diversas empresas americanas. E afinal, o que são lideres autênticos? Pessoas capazes de mover milhares, com base em um objetivo comum, gerando empatia e coesão, por meio de sua parceria, responsabilidade por suas ações e relacionamentos construídos a longo prazo. Paul O'Neill quando assumiu a posição de diretor executivo da Alcoa em outubro de 1987, fez um discurso à todos os investidores, focando a segurança de todos os funcionários da empresa. Não se preocupou em seguir o jargão: alavancar lucros e baixar custos, mas sim em baixar o índice de acidentes, que na época giravam em torno de 1 acidente por semana em cada usina. Com um único apelo, gerou coesão e tanto os funcio...

Conecte amor com trabalho

O que amo fazer e o que faço? Há alguma similaridade entre eles ou não? Uma vez, fiz esta pergunta para uma sala cheia e uma das resposta que recebi foi "- Eu trabalho com projetos de tecnologia e quanto ao que amo fazer, bem ... jogar futebol e uma coisa não tem nada a ver com a outra." No mesmo instante, pensei: "Para ser realmente boa no que faço, preciso amar a minha profissão e a maioria das atividades que realizo no dia a dia. Como então posso conectar o amor pelo esporte para aprimorar as atividades profissionais?" A resposta está no livro de W. Timothy Gallwey publicado em 1974, “ The Inner Game of Tennis ” (“O Jogo Interior do Tênis”). Nele, Gallwey registra sua percepção quanto ao desempenho dos jogadores. Gallwey percebeu que muitas das suas instruções estão incorporadas na mente do jogador, em um modo parecido com o que ele chama de “comando e controle”. Um diálogo interno que interfere significativamente no aprendizado e performance e registrou: "O...

Seja dono do seu futuro

  "Superestimamos enormemente o que podemos conseguir em um ano, mas subestimamos enormemente o que podemos conseguir em cinco." (Peter Drucker) Por que será que subestimamos o nosso poder de conquista para o futuro de longo prazo? Por que será que sofremos e acreditamos que não somos capazes de realizar ou não somos merecedores do que é realmente grandioso? Normalmente nos pegamos pensando que isso é para os bons, aquilo é para quem pode e para mim do jeito que está, está bom. Será que isso é uma verdade ou é uma fuga? Quem disse que tem que ser assim? Você sabia que se um jovem aos vinte anos, investir USD 100 ao mês em um fundo mutuo que tenha um rendimento de 10% ao ano, aos 65 anos, ele terá mais do que USD 1.118.000? Quanto mais pensamos e planejamos o nosso futuro, melhores decisões tomamos no presente para que os nossos desejos se tornem realidade e mesmo assim, não administramos nosso tempo, nosso dinheiro, não deixamos claro onde e com quem queremos estar e quando u...

Processo de Coaching, Contratar ou não contratar? Eis a questão ...

Excelente matéria da revista coaching brasil, por Marco Antônio Ornelas. " São inúmeros os momentos em que nos perguntamos e não obtemos respostas. Falando de transformação, é no dia-a-dia que questões nos colocam em momentos de reflexão: • Quais competências tenho que desenvolver para atingir os objetivos da empresa? • O que quero? Quais são meus objetivos pessoais? • Como posso conseguir melhores resultados? • Como conseguir um alto nível de motivação pessoal?  • Como minhas experiências de vida e carreira podem apoiar meus objetivos futuros? • Como encarar conflitos como oportunidades de mudança e crescimento? • Como manter o equilíbrio entre minha vida profissional e pessoal? • Como me tornar mais estratégico e menos operacional? ..." Com tantas perguntas, a solução é buscarmos resposta. então ... por onde começar?  Todos os dias somos desafiados a buscar o nosso melhor, lidar com pessoas, negociar soluções rentáveis, ganhar, vencer, correr atrás ... A responsabilidade...

A verdadeira essência do Coaching

A aversão as palavras coach e coaching (o processo), foi o motivador da publicação desse artigo.  Distorções quanto ao significado e compreensão do que é o processo de coaching e experiências negativas, causadas pela má formação do coach (quem aplica o processo), têm causado um impacto prejudicial na compreensão do que é coaching, gerando insegurança, no momento da contratação. Infelizmente a ganância e o despreparo profissional geram processos desgastantes, que frustram quem contrata o processo. Ofereci um processo a um líder que desejava ampliar as oportunidades de crescimento profissional e ele respondeu: -"deus me livre! Participar de outro processo, nunca mais. minha experiência foi desgastante e eu cancelei de ouvir o que devia e o que não devia fazer." Fiquei surpresa com a resposta e fui pesquisar. Adivinhem ... o chefe dele, o indicou para um processo de coaching de carreira para que a coach contratada alinhasse as necessidades desse suposto CHEFE. O objetivo era qu...

Mensagem à um vencedor

O você faz e  o que ama fazer? Há alguma diferença ou os dois caminham juntos? Uma vez recebi como resposta  "- Eu trabalho com projetos de tecnologia e quanto ao que amo fazer, bem ... jogar futebol e uma coisa não tem nada a ver com a outra." No mesmo instante, pensei: "Para ser realmente boa no que faço, preciso amar a minha profissão e a maioria das atividades que realizo no dia a dia. Como então utilizar o amor pelo esporte para aprimorar as atividades profissionais?" A resposta está no livro de  W. Timothy Gallwey  publicado em 1974, “The Inner Game of Tennis” (“O Jogo Interior do Tênis”). Nele, Gallwey registra sua percepção quanto ao desempenho dos jogadores. Gallwey percebeu que muitas das suas instruções estão incorporadas na mente do jogador, em um modo parecido com o que ele chama de “comando e controle”. Um diálogo interno que interfere significativamente no aprendizado e performance e registrou: "Os jogadores enfrentam seus maiores obstáculos,...